Atualmente o conceito de empreendedorismo está muito em voga, tendo-se misturado o significado de empreendedor com o de pro-atividade, o que distorceu um pouco a essência do termo.
Muitas vezes somos levados a crer que um logotipo, um slogan e um nome, é tudo o que necessitamos para criar uma marca … uma ideia completamente errada.
Um bom plano de negócio deve ser Simples, Objectivo, Realista, Completo mas Atraente, garantindo ainda medidas de controlo e implementação.
Mark Zuckerberg em 2005 (um ano depois da criação do facebook), quando questionado sobre o futuro do seu produto respondeu: “...estamos apenas concentrados em criar um diretório cool para os membros da nossa facultade”. Já Henry Ford também não ambicionava criar uma empresa, o seu objetivo era unicamente automatizar e acelerar o processo agrícola (o ofício do Pai).
Na verdade, nenhum dos exemplos anteriores visionou ou previu o futuro, o seu sucesso baseou-se apenas na criação de uma solução inovadora para um problema existente.
É com base nesta pergunta que se realiza já no próximo dia 16 de abril no auditório da Lispolis, uma conferência promovida em conjunto pela ArtVision, ARTSOFT e a Lispolis.
Um bom nome acompanha a empresa para sempre, pelo que escolhê-lo não é uma tarefa simples.
Hoje em dia os negócios por franchising estão muito em voga, dada a forma cómoda e simples de comercializar produtos de marcas já conhecias pelo consumidor.
O seu logotipo é a imagem geral da sua empresa no mercado, e nos seus clientes.
Analisar a competitividade de uma empresa, inserindo-a no meio concorrencial onde vai operar, dar-lhe-á uma perspectiva mais fidedigna da realidade que vai encontrar.
Antes de desvendar algumas dicas sobre como para convencer investidores, é importante conhecer qual o perfil deste. Um investidor é alguém com disponibilidade financeira, tolerante ao risco e que, ao conjugar estes dois factores, disponibiliza quantias monetárias para investimentos com o intuito de obter grande rentabilidade num curto/médio prazo.

